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Programa do Congresso EXPOSUCATA 2008
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7 de OUTUBRO – Terça-Feira
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Das 9h às 11h
O FUTURO DA RECICLAGEM É CONSTRUÍDO HOJE
Muitas empresas e agentes do poder público utilizam a questão ambiental e social da reciclagem como estratégia de marketing. Essas questões são preocupações e objetivos reais ou mero material publicitário? Como o profissional do comércio de materiais recicláveis vê estas ações? O maior desafio da indústria da reciclagem é reinserir na cadeia de negócios os materiais recicláveis pós-consumo industrial e residencial, mas como os profissionais que realizam esta complexa atividade logística estão vendo este mercado? Quais os desafios para se aumentar os índices de coleta de materiais e, conseqüentemente, seus respectivos índices de reciclagem? Como construir uma indústria cidadã sem perder a rentabilidade? Como ter um olho no futuro e encontrar o equilíbrio entre competitividade, lucratividade e o papel social da indústria da reciclagem?
Adriano Assi – Diretor da Exposucata e editor da Revista Reciclagem Moderna
Geraldo Rojo Lozano Junior, representando o segmento de comércio de aparas de papel
Augusto Amaral– Diretor-Presidente da Soho & Brighton Metals, representando o segmento de comércio de sucatas não-ferrosas
Marcos Sampaio da Fonseca – Representante do Inesfa/Sindinesfa – entidades que congregam os profissionais de preparação e comércio de sucatas metálicas
Vanderlei Oliveira – Gerente Comercial da Cleantech, representando o segmento de comércio de sucatas plásticas
Das 11h30 às 13h
MERCADO: COBRE
UM OLHAR SOBRE O COBRE E O COMÉRCIO DE SUA SUCATA
(Palestra Internacional)
Como operam os comerciantes de sucatas de cobre na China, qual a perspectiva de preços do metal e como se comportará este mercado após os jogos olímpicos de Pequim.
John Chen – Vice-Presidente Executivo da Tung Tai (USA), empresa de comércio de diversos tipos de sucatas com sede nos Estados Unidos, presente em 6 países e com 7 filiais na Ásia
Das 13h às 14h30
ALMOÇO (não incluso)
Das 14h30 às 16h
MERCADO: ALUMÍNIO
A EVOLUÇÃO DA IMPORTAÇÃO DA SUCATA DE ALUMÍNIO NO BRASIL:
MUDANÇAS NO CENÁRIO E PERSPECTIVAS
Por qual motivo o Brasil, um dos maiores produtores mundiais de alumínio, importa grande volume da sucata deste metal? Quais os fatores que viabilizaram estas importações e como este mercado e respectivos preços se comportarão no futuro
Augusto Amaral – Diretor-Presidente da Soho & Brighton Metals
Das 16h30 às 18h
O IMPACTO DO DÓLAR E DA BOLSA DE METAIS DE LONDRES (LME) NO MERCADO DE RECICLAGEM BRASILEIRO
O Impacto do câmbio e dos fundos de pensão na volatilidade dos preços das matérias primas virgens e, conseqüentemente, nas matérias-primas secundárias (recicladas) e respectivas sucatas.
Flávio Amaral – Diretor da Soho & Brighton Metals
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8 de OUTUBRO – Quarta-Feira
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Das 9h às 11h
A IMPORTÂNCIA DOS METAIS PARA A SUSTENTAÇÃO DA
ECONOMIA MUNDIAL HOJE E NO FUTURO
(Palestra Internacional)
Historicamente os metais possuem grande importância econômica e cultural, participando com grande importância em diversos momentos da nossa história e hoje, mais do que nunca, são matérias primas essenciais para os mais variados produtos. O que eles efetivamente significam para a economia mundial? Qual a sua importância para a sustentação desta economia?
Peter Mathews CMG – Presidente Executivo e fundador da Black County Metals Ltd., Ex-Presidente da British Metals Federation e Vice-Presidente do comitê de Não Ferrosos do B.I.R. – Bureau of International Recycling –, entidade máxima da reciclagem no mundo com sede em Bruxelas, do qual também é Gold Member, assim como também é membro da MVDA – Motor Vehicle Dismantlers Association –, entidade do Reino Unido que congrega as empresas que atuam na reciclagem de automóveis. Está envolvido com o comércio de metais ferrosos tanto no Reino Unido, quanto internacionalmente, desde o começo da década de 70. Tem grande conhecimento prático no envio, preparação de contêineres e transporte de materiais, assim como no aconselhamento na desmontagem internacional de instalações civis e militares
Das 11h30 às 13h
MERCADO: PLÁSTICOS
A NOVA RESOLUÇÃO DA ANVISA PARA O PET PÓS-CONSUMO RECICLADO GRAU ALIMENTÍCIO (PET-PRC GRAU ALIMENTÍCIO) E SEU IMPACTO NO SETOR DE RECICLAGEM
Com a autorização da Anvisa para a utilização de PET reciclado para a embalagem de alimentos, um mercado novo se abriu. Largamente utilizado no mercado de fibras têxteis o PET agora pode voltar a ser garrafa, mas esta qualidade exigida pela Anvisa é possível de ser alcançada com a tecnologia de reciclagem mecânica existente e altamente difundida no Brasil (tradicional moagem, lavagem com sabão etc) ou a planta necessária para tal atividade é completamente diferente? Quais seriam, então, os investimentos necessários para entrar neste mercado? É possível a adaptação dos equipamentos existentes na sua empresa? Quais os reflexos esperados no preço da sucata? Este PET-PRC pode ser utilizado em outros setores alimentícios ou apenas no envase de bebidas?
Lucas Medeiros Dantas - Gerente de Ações de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Maurício Ligabo - Presidente da Abrepet – Associação Brasileira da Indústria dos Revalorizadores de PET
Hermes Contesini – Coordenador de Comunicação da ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do PET
Das 13h às 14h30
ALMOÇO (não incluso)
Das 14h30 às 16h
REDUÇÃO DE CUSTOS COM ENERGIA ELÉTRICA NAS EMPRESAS DO SETOR DE RECICLAGEM ATRAVÉS DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
As possibilidades e a viabilização de projetos de redução de custos com energia elétrica, descobrindo a necessidade, o potencial de redução de consumo e como transformar seus custos em lucro e em competitividade.
Dr. Armando Ricardi Junior – Sócio da RICEN Engenharia e membro do Conselho Consultivo da ABESCO (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia), com ampla experiência no desenvolvimento e gerenciamento de projetos de sistemas prediais e eficiência energética
Das 16h30 às 18h
MERCADO: METAIS FERROSOS
O QUE UM PLANO NACIONAL DE RECICLAGEM DE VEÍCULOS REPRESENTA PARA OS DIVERSOS SETORES DA ECONOMIA – DO PROFISSIONAL DE RECICLAGEM À INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA?
(PAINEL INTERNACIONAL)
O governo federal pretende elaborar um plano nacional para a reciclagem de veículos. Quais as perspectivas para o setor de reciclagem com a criação deste plano? Como equacionar e equilibrar uma maior demanda por sucata ferrosa e o valor de mercado dos veículos usados? Como funciona esta legislação no exterior? Quais os desafios no processamento de automóveis? Existe valor comercial nos resíduos de shredders (moinhos)? Como se encontram hoje o mercado internacional de sucatas de metais ferrosos e seus respectivos preços?
Scott Newell - Presidente da The Shredder Corporation (USA), profissional com mais de 30 anos de experiência na área de sucatas ferrosas e reciclagem veicular
Peter Mathews CMG – Presidente Executivo e fundador da Black County Metals Ltd., Ex-Presidente da British Metals Federation, Vice-Presidente do comitê de Não Ferrosos do B.I.R. – Bureau of International Recycling – e membro da MVDA – Motor Vehicle Dismantlers Association –, entidade do Reino Unido que congrega as empresas que atuam na reciclagem de automóveis
Luiz Antonio Pirola – Vice-Presidente do Instituto Brasileiro Veicular
Marcos Sampaio da Fonseca – Representante do Inesfa/Sindinesfa – entidades que congregam os profissionais de preparação e comércio de sucatas metálicas
Deputado Carlos Alberto Leréia da Silva - presidente da Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados (a confirmar)
Das 18h30 às 20h
HAPPY HOUR DE NEGÓCIOS IMPERDÍVEL!
Traga seu cartão de visitas e não fique de fora desta oportunidade única de conhecer novos clientes e fornecedores do setor de reciclagem nacional e internacional.
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9 de OUTUBRO – Quinta-Feira
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Das 9h às 11h IMPERDÍVEL
ISENÇÃO TOTAL DE IMPOSTOS?
Já tramita no Congresso Nacional um Projeto de Emenda Constitucional que proíbirá a União, os Estados e os Municípios de cobrarem impostos sobre produtos reciclados. Mas o que são, afinal, produtos reciclados: as sucatas, aparas etc, as matérias primas secundárias ou os produtos finais feitos destas matérias primas? Em que fase este projeto se encontra? O que o setor pode fazer para que este projeto seja aprovado e que realmente beneficie todos os envolvidos no setor de reciclagem? Participe desta discussão que poderá gerar um impacto direto no resultado financeiro do seu negócio de reciclagem.
Adriano Assi – Diretor da Exposucata e editor da Revista Reciclagem Moderna
Manoel Padreca – Secretário Executivo da Abirp – Associação Brasileira da Indústria da Reciclagem de Papel
Das 11h30 às 13h
MERCADO: ELETRÔNICOS
A DIVERSIDADE DAS MATÉRIAS PRIMAS E O DESAFIO LOGÍSTICO E FINANCEIRO PARA A EXPANSÃO E CONSOLIDAÇÃO DO SETOR
Diversas matérias primas compõem os produtos eletrônicos (ferro, aço, alumínio, cobre, ouro, prata, níquel, cádmio, mercúrio, inúmeros tipos de plásticos, vidro, papel etc), mas a separação destes componentes é complexa, custosa e muitas vezes inviável. O Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente – está debatendo pontos relativos à reciclagem de pilhas e baterias para regulamentar o setor, mas o mercado de eletrônicos é mais amplo e complexo. Então, como aumentar os índices de reciclagem de eletrônicos? Quais os entraves? Até onde os fabricantes de equipamentos eletrônicos podem ajudar os profissionais de reciclagem na reinserção das matérias primas recicladas na cadeia de suprimentos da indústria? Uma vez que os comerciantes de sucatas possuem grande capilaridade logística e estão presentes em todos os municípios brasileiros, como podem contribuir para o aumento dos índices de reciclagem de eletrônicos? O que ocorre hoje no exterior que pode ser implementado no Brasil com grandes chances de sucesso?
Ricardo Rodrigues - Gerente de desenvolvimento de negócios da Umicore
Abílio Santos – Diretor Comercial da Sir Company
Das 13h às 14h30
ALMOÇO (não incluso)
Das 14h30 às 16h
MERCADO: PAPEL
O ADENSAMENTO E FORTALECIMENTO DA CADEIA PRODUTIVA DE PAPEL RECICLADO
Quais os impactos na cadeia de reciclagem de papel com a queda dos preços das aparas de papelão ondulado? Como este setor – dos comerciantes de aparas à indústria gráfica, passando pelos consumidores de aparas – pode melhor se relacionar para construir um mercado mais forte e rentável para todos?
Geraldo Rojo Lozano Junior, representando o segmento de comércio de aparas de papel
Manoel Padreca – Secretário Executivo da Abirp – Associação Brasileira da Indústria da Reciclagem de Papel –, representando o segmento de transformação de aparas de papel
Silvio Roberto Isola – Presidente do Conselho Diretivo da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, ABTG, e delegado representante do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP –, representando o segmento de consumidores de papéis reciclados
Das 16h30 às 18h IMPERDÍVEL
NOTA FISCAL ELETRÔNICA: UMA NOVA ERA NA COMPRA E VENDA DE SUCATAS
A Nota Fiscal Eletrônica passará a ser uma realidade também para o setor de reciclagem a partir de Janeiro do próximo ano. Documentos fiscais serão eletrônicos e gerarão mudanças nos processos junto aos órgãos de fiscalização, na carga tributária dos estabelecimentos e fraude. De que forma isto ocorrerá e como preparar a sua empresa para fazer negócios com estes documentos fiscais eletrônicos?
Dr. Newton Oller de Mello – Diretor Adjunto da Diretoria Executiva da Administração Tributária da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. É líder do projeto Nota Fiscal Eletrônica no Estado de São Paulo
Cláudio Coli – Diretor da Mastersaf, empresa de consultoria fiscal e tributária
Mário Dias –– Coordenador do Grupo de Trabalho de Questões Tributárias da Abal – Associação Brasileira do Alumínio
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* Programa sujeito a alteração sem prévio aviso.
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